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Atualizações sobre assuntos internos e externos seguimos no caminho certo

Atualizações sobre assuntos internos e externos seguimos no caminho certo

Caros leitores, como muitos devem se lembrar, defendi no meu último artigo que, se dependesse somente de si, a economia brasileira tinha tudo para ter um ano de 2019 extremamente positivo. Contudo, fatores externos poderiam atrapalhar o desempenho da economia brasileira neste ano.

Neste primeiro artigo de 2019, irei retomar e atualizar os pontos levantados no último artigo, além de fazer breves comentários sobre o desenvolvimento da política econômica nos 2 primeiros meses do governo Bolsonaro.

Em casa, continuamos dançando conforme a música: Em termos de política econômica, os 2 primeiros meses do governo Bolsonaro dificilmente poderiam ter sido melhores. A reforma da previdência já foi encaminhada ao congresso, e segundo estimativas do governo deve gerar em torno de R$ 1,1 trilhão de economia para os cofres públicos em 10 anos. Além disso, diversas reformas microeconômicas estão em andamento ou foram implementadas, visando aumentar a eficiência do estado, a desburocratização e a melhora do ambiente de negócios no Brasil.

Aperto monetário mais distante: Dentre os perigos que pairavam sobre a economia internacional no final de 2018, destaquei o possível ciclo de aperto monetário (elevação das taxas de juros) nos EUA como possível redutor do crescimento brasileiro, dado que esse movimento leva a uma redução da atividade econômica americana e direciona capitais para aplicações menos arriscadas (como os títulos da dívida soberana americana). Com a forte queda dos índices de ações americanas em dezembro e os sinais de desaceleração da economia, o Federal Reserve (Banco Central americano) parece menos disposto a aumentar as taxas novamente. Ponto positivo para nossa economia.

Fim da guerra comercial mais próximo: Aparentemente (até o momento que escrevo esse artigo), Donald Trump e Xi Jinping parecem estar mais próximos de um acordo que coloque fim à guerra comercial que se alastra por meses entre EUA e China. Um acordo teria impactos positivos para a economia global, dado que isso evitaria uma queda do fluxo de comércio global e do crescimento das economias envolvidas.

“May” Day na Inglaterra: Como nem tudo são flores nessa vida, o ponto negativo do artigo tem sotaque britânico. Com a data para a saída da Inglaterra da União Europeia marcada para o dia 29 de março, a primeira ministra Theresa May parece longe de conseguir um acordo para uma saída “tranquila”. Uma saída sem acordo teria impactos econômicos negativos e pesados sobre a economia inglesa e europeia, respingando na economia brasileira através da redução das importações por parte do continente.

Por Alef Dias

 

Tags: Economia


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